Projeto Vida Marinha

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       É você quem faz !!!      

 

 

Comunicação

JORNAL DIÁRIO DE BORDO

 

 

Informativo desenvolvido com o objetivo de informar ao público tudo o que acontece neste programa em todos os seus seguimentos. Funciona como o nome sugere porem, informações vindas de outros bordos que possam complementar nosso conteúdo serão muito bem vindas.

Fiquem à vontade para publicar através do formulário na nossa página de contatos, que em seguida serão avaliados e transferidos para cá. 

Teremos um enorme prazer em publicar.

 

 

As informações aqui contidas, em sua maioria tem datas antigas e não foram mencionadas. À partir de agora todas as novas informações serão datadas no ato de sua publicação. Também a fonte será mencionada e quando não houver autorização de quem a publica será imediatamente descartada.

 

 

Com o propósito de atrair recursos para a construção dos primeiros módulos do recife artificial do AMBIENTAMAR a ser utilizado em fase experimental, o Projeto Vida Marinha está apresentando as escolas da grande Fortaleza, uma atividade educacional em formato de visita técnica com o tema: Aula de Campo Marítima. Esta atividade tem a parceria do curso de engenharia de pesca da UFC através do seu coordenador Prof. Dr. Reynaldo Amorim Marinho e conta com a participação de estudantes do curso para apresentação da mesma aos alunos do ensino médio. Esta é mais uma ferramenta de apoio vocacional a ser utilizada por parte dos colégios. (parceria aguardando atualização)

 

 

INFORME-SE.

Aproveite para adquirir uma camiseta do projeto com estampas e temas do mesmo teor. Vista e divulgue esta ideia.  Adote!

Outras campanhas estão sendo realizadas dentro do mesmo objetivo.

É você quem faz!

 

 

05 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente

 Pesquisa revelou que as profissões "verdes" são as mais promissoras
14/08/2009

 

 

Meio Ambiente - Uma pesquisa realizada pelo Programa de Estudos do Futuro (Profuturo), da Fundação de Instituto de Administração (FIA), que identifica as profissões mais promissoras até 2020, revela que estão na frente gestão ambiental, engenharia ambiental, direito ambiental, agronomia, ecologia, engenharia florestal, entre outras profissões verdes.

Este foi o tema de uma das matérias do programa Educação e Trabalho, que foi ao ar na TV Cultura.

 

 

Cientistas predizem extinção em massa nos oceanos

Tema: Ecologia
Autor: Chris Bueno
07/10/2008

Crescimento das cidades, expansão das indústrias, aumento da população, pesca, poluição. O impacto da ação do homem sobre a natureza está colocando em risco a saúde dos oceanos, podendo acarretar na extinção em massa das espécies marinhas. Essas são as conclusões da pesquisa do oceanógrafo norte-americano Jeremy Jackson, do Instituto de Oceanografia da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos. 

O pesquisador afirma que o efeito acumulativo das ações humanas está alterando a complexa e delicada biodiversidade dos oceanos, e as consequências podem ser irreversíveis. Áreas que até pouco tempo possuíam uma intricada cadeia alimentar marinha, chegando até os grandes animais aquáticos, agora estão se convertendo em ecossistemas simples dominados por micróbios e algas. Se prosseguir no ritmo em que está atualmente, a degradação do ecossistema dos oceanos levará ao desaparecimento de várias espécies de plantas e animais. 

Em sua pesquisa, Jackson reviu e sintetizou vários estudos sobre a saúde do ecossistema marinho realizados desde 2001, analisando os impactos da ação do homem, especialmente a pesca. Mas, durante seus estudos, o oceanógrafo percebeu que havia muito mais com que se preocupar. Um dos problemas que particularmente chamou a atenção do cientista foi a escassez de nutrientes nos oceanos, o que resulta em áreas de baixo oxigênio, chamadas de “zonas mortas” onde praticamente não há seres vivos. Outros problemas encontrados foram o aumento da acidificação e da temperatura dos oceanos, causados pela emissão de gases de efeito estufa – que contribuem para o aquecimento global como um todo – e que também tem exterminado vários animais e plantas marinhos.

Isoladamente esses fatores contribuem para a degradação dos oceanos, porém quando combinados seu poder de destruição é agravado, tornando-se um grave problema de difícil solução. Por exemplo, o aumento das temperaturas pode agravar ainda mais o já grande estresse causado no ecossistema marinho pela pesca e pela poluição, destruindo muito mais espécies, e mais rapidamente. “Todos os dados analisados apontam para a mesma direção: a de uma drástica e veloz degradação do ecossistema marinho”, aponta Jackson em sua pesquisa.

Um dos ecossistemas mais ameaçados são os recifes de corais, devido especialmente às mudanças na temperatura. As áreas costeiras também estão em situação crítica, de acordo com a pesquisa, devido à pesca excessiva. E as áreas de mar aberto estão ameaçadas devido à grande perda de peixes e tubarões, o que gera desequilíbrio em todo o ecossistema. E o problema está se agravando rapidamente. “A realidade é que se quisermos ver recifes de coral no futuro, algo deve ser feito agora”, diz o oceanógrafo. 

A pesquisa aponta que para lidar com o problema, é preciso tomar uma série de ações para neutralizar os efeitos da excessiva exploração marinha, da poluição e do aquecimento global. Essas ameaças precisam ser controladas para se evitar que seus efeitos nos oceanos sejam catastróficos. O estudo também aponta que quanto mais tempo se levar para tomar uma atitude em prol dos oceanos, mas difícil será para se reverter - ou mesmo amenizar - este quadro. “É preciso alertar toda a comunidade sobre a questão dos oceanos, e como este problema está piorando velozmente”, afirmou Jackson, na apresentação de sua pesquisa para a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. “Se nada for feito agora, dificilmente será possível reverter, ou mesmo diminuir, esse problema. Nós estamos na beira do precipício”, declara.

Fonte: Sciencedaily.com

 

 

Gestão Ambiental (29/10/2008)

 

Uma nova forma de relação com o mundo

 

Segundo a professora Suely Chacon, Educação Ambiental não se ensina apenas com palavras ou livros

 

Foi-se o tempo em que educação ambiental se restringia a colocar papel no cesto de lixo ou a plantar mudinhas. A degradação do meio ambiente exige que a questão seja tratada com maior profundidade e que, junto com a orientação, o indivíduo seja preparado para transformar seus modos de consumo, pensando no coletivo e de forma atemporal. Fazer o habitual — e mais um pouco — para manter a casa, o ambiente de trabalho e a própria cidade saudáveis não é escolha, mas necessidade.

“A mudança de atitude em relação à forma de consumir é parte de um processo amplo de tomada de consciência, sobre como conviver com nossos semelhantes e com o meio ambiente”, sugere a professora e pesquisadora da área de Desenvolvimento Sustentável, Suely Salgueiro Chacon. Isso acontece, segundo ela, à medida em que as ações de Educação Ambiental se disseminam em variadas instâncias e de forma transversal, não só nas salas de aula, mas em empresas, na mídia e no ambiente familiar.

Como o ser humano precisa de alimentação, vestuário e moradia para sobreviver, a ideia é pensar o consumo de uma forma mais ampla: “Precisa-se de outros itens para viver, como educação e cultura. Precisamos, agora, de itens de saúde mais sofisticados e de transporte, o que amplia a base de necessidades e interfere no consumo. Importante é que a aquisição de bens e serviços não afete negativamente o ambiente´.

“Educação Ambiental não se ensina apenas com palavras ou livros. A troca de informações enriquece a formação e aumenta a consciência ambiental. Há muitos aspectos implícitos no ato de encher um carrinho de supermercado, escolher um carro ou comprar roupa.